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26 abril, 2013


15 abril, 2013

Vida que segue

Quem tem consciência para ter coragem, 
quem tem força pra saber que existe e no centro da própria engrenagem
 inventa contra a mola que resiste.

Quem não vacila mesmo derrotado, 
que já perdido nunca desespera e 
envolto em tempestade, 
decepado entre os dentes segura a primavera.

Secos e Molhados - Primavera dos Dentes 







Pra você , meu amigo.
Muita iluminação, paz. esperança e fé.
Fica do lado de cá muita energia positiva,
with love, 
M.

26 fevereiro, 2013



No fundo, o que a gente realmente precisa é de um pouco de água quente, um lápis, um papel e ossos cansados.

07 fevereiro, 2013

Enxurrada - pt.1.

Tudo pronto.

Estava perfumada, de saia, jaqueta e sapato alto. este, mais belo, novo e cheiroso.
Quando olhava para ele o mundo parava, tudo podia acontecer, parar, pensar, menos, é claro, pisar. um tropeço que seja levaria todo brilho, toda maciêz e satisfação pra fora do corpo, pois tudo tinha que estar perfeito. e estava. tudo em seu lugar, nada podia deter, nem mesmo as questões maiss difíceis. haveria algum gabarito pra tudo? que englobasse todas as questões: racionais, intelectuais, de tempo, forma e efeito.  a que mais despencava: sentimento X razão.

A razão de estar seguindo do modo em que o roteiro fora aplicado era nítida. mas em algum momento aquilo que era pra ser e não foi bateu. já havia batido quatro vezes, mas essa era antiga, a que retornou foi a segunda. ninguém esperava aquele momento, nem ela, nem ele, nem o coração que palpita por outro, nem os cadernos e as  músicas, bem como a bendita chuva. era inimaginável aos olhos de qualquer um mas ninguém consegue manusear a mente com a palma das mãos, alguém garante?

E apareceu, naquela tarde, ele chegou com um violão nas costas, que por sinal sempre estava por perto, ele buscava o aperfeiçoamento. parece que alcançou, que bom. sentou junto à mesa e começou a questionar como se pudesse prever os sentimentos ou como se fosse o dono da verdade, ou como se quisesse, só por alguns minutos, poucos e raros. qual o caminho que esses pensamentos e sentimentos desgovernados chegariam? pouco se importou com tamanha inconsequência que seus atos levariam. acreditava que as palavras tinham uma vida à curto prazo e assim não sobreviveriam os dias frios. tal engano não pode ser notado.

Ela buscou compreender, até se rejeitou em pensar inúmeras vezes na resposta. e como sempre, depois do ocorrido ficava refugiada no único lugar em que podia falar, com todas as palavras e todos os sentimentos.

Estava em pé, o local chacoalhava, fazia barulho, mal conseguia se mexer, não teve como. a enxurrada pegou bem forte.  o perfume, a saia, o sorriso e o salto foram molhados. em algum lugar, do outro lado da avenida alguém a observava em câmera lenta pois estava tão forte que mal conseguia se mover. esqueci de mencionar os belos cachos curtos na coloração mel, mas nesse momento estavam em um tom negro gritante.

Esvaziou-se! mas não foi percebido, pois pela face era inconcebível qualquer reação. pela voz, sim. os lábios diziam mas não se pôde ouvir, a voz refletia tudo. o perfume, a saia, a maquiagem, os cachos e o salto lindo, belo e verde.


Hoje não se sabe quando haverá um novo encontro, apesar de ser almejado. e ele ficou a acreditar medianamente em si, nas ações e repercussões de seus sentimentos, pois se soubesse ao se esquivar cuidaria para não aumentar uma dúvida, uma mágoa, uma tormenta. que pelo visto vai seguir em frente, atravessando coágulos e glóbulos pela busca de esclarecimentos ou não. pode ser que o caminho se abra e estará tudo pronto.


Mais sorte da próxima vez. esclarecimentos, venham.

31 dezembro, 2012

Feliz ciclo novo

Será mesmo um novo ano, com tudo novo? Como todos sempre esperam? Será o por vir exepcional? Bom, sempre me recusei e questionei essa explosão de felicidade dos fogos ao final do ano. Para mim, uma grande chatice. Tadinho dos cachorrinhos, sofrem tanto com os barulhos. Enfim, o mundo não acabou, mas com certeza muitas coisas, pelo menos pra mim vão acabar em 2013. Algumas rupturas virão para o bem. Estou confiante e aflita por isso. Mas o melhor virá, sempre virá.

19 abril, 2012

camisa xadez

vesti minha velha camisa xadrez e fui
certo de que poderia te encontrar
por aí no fim da noite
e eu não sei o que vai ser dessa vez
agora que eu sei o que é sofrer por amar
se uma boa conversa vai me fazer querer ficar
uma transa delicada pode acontecer entre nós
e daí quando o dia nascer
pode ser o fim
ou o começo de mais um amor pra mim



paulo ohana

08 março, 2012

CI

Nas sociedades pós-modernas, os indivíduos não entram em contato com a realidade através da prática. Entram em contato com a realidade através da informação. É a informação que mediatiza os processos de apreensão da realidade. (MARTELETO, 1987)

27 fevereiro, 2012

Nada além

Quando a fogueira vira foguinho de um fósforo. Neste ponto que de repente chegou, mas porque? Gostaria de uma resposta clara e pura, mesmo sabendo o que talvez seja, mesmo que tudo tenha se instalado dessa maneira. É, no mínimo introspectivo, inseguro e delicado. Onde incertezas pairam sobre todas as decisões.


(re)começar é difícil, difícílimo - isso também se instalou - parece, mas não é irreversível. Alívio. Eu daqui, vou tentar. Sei que o socorro chegará, Ele sempre virá.

10 outubro, 2011

Inesquecível


Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava n...o lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é...Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de... Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é... Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama... Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é... Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.
Hoje descobri a... Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é... Saber viver!!!

Charles Chaplin

15 setembro, 2011

ERA DA CORRERIA

Nós bebemos demais, gastamos sem créditos. Dirigimos rápido demais, ficamos acordados até mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e raramente estamos com Deus. Multiplicamos os nossos bens, mas reduzimos os nossos valores. Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos frequentemente.
Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos. Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio. Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores. Limpamos o ar, mas poluimos a nossa alma; dominamos o átomo, mas não o nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.
Aprendemos a nos apressar e não, a esperar. Construímos mais computadores para armazenar mais informações, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos cada vez menos. Estamos na era do “fast-food” e da digestão lenta; do homem grande, de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.
Esta é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados. Esta é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas mágicas. Um momento de muito coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.
Uma era que leva esta carta até você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou deleta-la. Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão aqui para sempre. Lembre-se de dar um abraço carinhoso em seus pais, num amigo, pois não lhe custa um centavo. Lembre-se de dizer Eu Te Amo a sua(seu) companheira(o) e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar se ame… se ame muito.
Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêem de lá de dentro. Por isso, valorize sua família e as pessoas que estão ao seu lado sempre.
autor do texto: George Carlin

21 fevereiro, 2011

Bons sorrisos e alegrias


Depois de tanto andar e mudar de casa, percebeu que deveria arregaçar as mangas e colocar tudo pra fora. Não que isso tivesse acontecido instantaneamente, pois ainda acontece, mas ela deu o primeiro passo.


Pensou que seria possível sim viver no presente. Depois de ter dado voltas e voltas em turnês com a banda, se pôs a pensar em, como seria diferente e impossível viver assim. Sem drogas, sem bebidas, e o pior de tudo: com o juízo no lugar!


As pessoas não davam tanta credibilidade à ela. Se encontrava alí, nos fundos do lote alugado, não por aquele traste, mas por suas economias, estendendo no varal: o lençol de sua cama, algumas blusas e uns vestidos floridos, assim como o campo em sua frente, no horizonte.
Nos cômodos, enfeitados por papel parede demonstravam parte do ser. Era infantil, de fato. Mas, que criança gostaria de crescer numa casa sem nenhuma referência de que, alí havia inocência?


Marluce tinha algumas cosias em mente, como por exemplo: dezenas de giz de cera para colorir as paredes de casa, pelas mãos de seu próprio bebe. LIBERDADE, pensava.


Com muito vigor e alegria, sabia, e estava se planejando para isso, inclusive, no verão passado fez terapia, obteve grandes resultados, de fato. Era perceptível a alegria que demonstrava em seu sorriso. Ao vento soprar no lençol e nas roupas, sabia e acreditava que bons ventos, bons sorrisos e alegrias viriam.

20 janeiro, 2011

My dream *.*


17 dezembro, 2010

Mas que puxa!




Por empolgação do meu post anterior, uma breve história sobre os Peanuts.

Charles Monroe Schulz, desenhou de 1950 a 1999, mais de 50 anos, e trouxe para mundo personagens como Snoopy, Charlie Brown, Lucy, Linus, entre outros. Era filho de Dena Schulz, uma dona de casa, e Carl Schulz, um barbeiro alemão.

Depois da morte de sua mãe ele foi servir na II Guerra Mundial. Quando voltou da guerra em 1945, começou a trabalhar como professor de arte em Art Instruction.

Seus personagens eram inspirados nas pessoas do cotidiano de Charles Schulz, e alguns acontecimentos são retratados de sua própria vida.

Lucy, sempre brava e encrenqueira foi inspirado em sua primeira esposa, Joyce que o
importunava. A psiquiatra do grupo. Prática, racional e arrogante, aproveita-se de Charlie Brown e de suas poucas economias em sessões de psicanálise. É a psicologa do grupo pois, Juyce uma vez disse que Schulz precisava de tratamento psicológico, Lucy também é apaixonada por Schroeder.

Sempre existiu uma garota ruiva na vida de Schulz, foi sua namorada de infância, ele a pediu em casamento, porém ela não aceitou. Schulz guardou essa mágoa em seu coração por toda vida.

Patty Pimentinha, foi inspirada em sua prima, que sempre teve um jeito de "garoto", "muleque" de ser e de se vestir, jogava bola e detestava receber ordens. Patty Pimentinha também era super declarada apaixonada de Charlie Brown.

Schroeder é fissurado por Beethoven, passa horas tocando um pequeno piano de brinquedo e ignorando as investidas de Lucy, que sonha casar com ele. É contemplativo e discreto.

Linus, inseguro, está sempre se apoiando no próprio cobertor ou na televisão. De humor desiludido, diz que não gosta de pessoas. O filósofo do grupo.

Woodstock, um pássaro desastrado que fala uma língua incompreensível mas com uma incrível capacidade de tomar nota dos fatos e infernizar a vida de Snoopy.

Charlie Brown é um garoto pequeno, que sempre se dá mal, totalmente retraído, geralmente com ele, nada dava certo, um anti-heroi. Assim como Charles Schulz, que sempre foi o menor da turma, sempre tímido e solitário.
Seu pai falava alemão e tinha uma barbearia, assim como na vida do próprio Charles S.

Snoopy, um beagle imaginativo e que cria ao seu redor um mundo de fantasias sempre ligadas às dificuldades de escrever ou às aventuras da I Guerra Mundial e da Legião Estrangeira. Snoopy passou dois anos como uma figura silenciosa, agindo como um cão real (caminhava sobre as quatro patas), mas, em 1952, ele verbalizou os seus pensamentos aos leitores pela primeira vez através de balões; Snoopy tinha também a capacidade de entender tudo o que as restantes personagens dos Peanuts, com quem interagia, diziam. Schulz, após esta data, passou a incluir essas características na sua banda desenhada.

As tirinhas foram produzidas por 50 anos.

Todos os dias ele fazia uma.

Publicadas em mais de 2.600 jornais de 75 países e traduzidas para 21 idiomas.
Em 1999 Schulz teve um infarto e descobriu que tinha câncer. Porém, Schulz havia anunciado a aposentadoria da série Peanuts, um mês antes da sua morte. Produziu a última tirinha da série e a mesma foi reproduzida nos jornais apenas no dia seguinte da sua morte.




Em sua tira de despedida, ele disse:

“Caros amigos,

Eu tive a honra de desenhar Charlie Brown e seus amigos por quase 50 anos. Foi a realização de minha ambição de infância.
Infelizmente, eu não tenho mais a capacidade de manter o ritmo necessário para uma tirinha diária. A minha família não deseja que Peanuts seja continuado por mais ninguém, portanto eu estou anunciando a minha aposentadoria.
Eu sou muito agradecido por todos esses anos, pela lealdade de nossos editores e o apoio maravilhoso e amor expressado pelos fãs da tirinha.
Charlie Brown, Snoopy, Linus, Lucy… como eu poderia esquecê-los…”

Charles Schulz

08 dezembro, 2010

John


Hoje no mundo inteiro está sendo desencadeada milhares de homenagens e prestações de solidariedade pela morte de John Lennon.

Hoje se completa 30 anos de sua morte, se estivesse vivo ele completaria 70 anos.

Sua morte precoce foi dada por um assassinato, de um fã, Mark Chapman. Um "fã" um tanto paranóico e alucinado, diria eu.

Bom, eu não conheço nem um terço da banda, nem de suas músicas e nem de nada, mas todos sabem, inclusive os Tchecos que, os the Beatles é ( e ainda sobrevive), uma banda de extrema importância e relevância para o mundo todo. Ainda hoje a banda continua frisada nas listas de melhores bandas do ano, da décado ou do milênio, ela permace como a mais ouvida, a mais respeitada, enfim, the Beatles, é the Beatles!

O meu "único" vinculo com a banda é um tanto recente, o meu namorado é super apaixonado pela banda e gosta bastante, apesar dele mesmo dizer que não gosta o tanto quanto as pessoas pensam que ele gosta. E ele, LindoBrasília, super lindo, me levou para conferir de perto o show da Turnê do Sir Beatle, pelo Brasil. Dizendo as "más línguas" essa foi a última passagem dele pelo país.


Desde que fui ao show me deparei com o tamanho da minha insensatez, de não ter algum interesse pela banda antes, triste! Mas, é pra isso que servem os namorados :) Hoje eu não consigo ficar sem ouvir as músicas do show, pois são muito boas.

Se você está perdendo tempo, corra!!! Não faça como eu.

É triste ver um cara desses morto, além de ser super talentoso ele lutava sempre pela paz. Foi triste também ver no show milhares de pessoas cantando Here Today e também Give Peace a Chance com balões brancos por toda parte, enquanto isso o Rio de Janeiro se preparava para mais uma "guerra".
A gente tem que fazer o bem, e propagar, quem sabe esse mundo melhore, às vezes eu duvido, às vezes não!

Não tenho tantos argumentos para encher essa página sobre informações e coisas legais e músicas e arranjos e, e, e e... Mas sei que foi um bom homem e fez parte de uma das melhores bandas conhecida pelo mundo todo, além de propagar coisas boas.



Quando eu ouvir bem mais coisas eu escrevo aqui, eu acho:*

29 outubro, 2010

Sobre Maldições.

Desde tempos atrás ela se pôs a pensar:
será que trago comigo a "maldição das boas bandas?"
Pelo motivo primeiro de que, sempre que alguém lhe falava, ou mesmo de repente conhecia alguma banda legal, de repente, esta se esmiliguia no espaço sideral!
Pelo motivo segundo de que, se apaixonava pelas bandas mais que tudo, e talvez, essa seria uma boa punição do destino. Quem sabe?
Pelo motivo terceiro e último de que, elas não voltavam. Às vezes um showzinho aqui e outro acolá. Uma mini-turnê, de repente? Pelo nordeste?
Bom, o que é pensado nesse sentido, sobre maldições,
é esse simples fato de não se ter bandas tão boas como antes!

25 outubro, 2010

.sobre decisões.


"(...) A mulher da limpeza não se conteve, Para mim não quero outro, Quem és tu, perguntou o homem, Não te lembras de mim, Não tenho ideia, Sou a mulher da limpeza, Qual limpeza, A do palácio do rei, A que abria a porta das petições, Não havia outra, E porque não estás tu no palácio do rei a limpar e abrir portas, Porque as portas que eu realmente queria foram abertas e porque de hoje em diante só limparei barcos, Então estás decidida a ir comigo procurar a ilha desconhecida, saí do palácio pela porta das decisões, (...)"

25 setembro, 2010

Em (pro)cesso!


23 setembro, 2010

New Stage


Sobre alegria,
Sobre conquistas,
Sobre fases,
Sobre frases,
Sobre ouvir,
Sobre perceber,
Sobre acreditar,
Sobre o amor,
Sobre se pôr,
Sobre ser.

23 agosto, 2010

Porque será que Los Hermanos escolheu o nordeste para sua "Mini-Turnê?"


12 agosto, 2010

Sobre Vencer


Não seria justo de maneira nenhuma escolher um José ou uma Maria para contar suas grandes histórias de vida.
Não seria justo de maneira nenhuma escolher somente uma Zuzu Angel que lutou e luta até hoje pelo corpo de sua cria, pela auréola de seu anjo para embalá-lo.
Somente um dos milhares da classe Abravanel que saem de suas casas para capital, e até mesmo saem do seu país pra trazer um pão mais fresquinho, um café mais quentinho, um chamego pra patroa, mais feijão pra pôr no caldo.
Não seria justo escolher somente um Jean Charles que sai de casa cedo e volta embalado em um caixão.
Seria injusto eu contar a história de somente de uma Camila que luta com todas as suas forças pela cura do câncer.
Para mim, vence na vida quem diz sim, assim como Chico Buarque e Nara leão interpretaram em Calabar e que embalou corações e mais tarde Gonzaguinha que também interpretou neste mesmo espírito a canção: É.
É!
A gente quer valer o nosso amor
A gente quer valer nosso suor
A gente quer valer o nosso humor
A gente quer do bom e do melhor...
A gente quer carinho e atenção
A gente quer calor no coração
A gente quer suar, mas de prazer
A gente quer é ter muita saúde
A gente quer viver a liberdade
A gente quer viver felicidade...

É!
A gente não tem cara de panaca
A gente não tem jeito de babaca
A gente não está
Com a bunda exposta na janela
Prá passar a mão nela...
É!
A gente quer viver pleno direito
A gente quer viver todo respeito
A gente quer viver uma nação
A gente quer é ser um cidadão
A gente quer viver uma nação.

[ Gonzaguinha – É]